Policial civil é morto a tiros durante abordagem criminosa no Maracanã, Zona Norte do Rio

Policial civil é morto a tiros durante abordagem criminosa no Maracanã, Zona Norte do Rio
A vítima é o comissário Paulo Vítor Silva Heitor, lotado na Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA).

Um policial civil morreu após ser baleado durante uma tentativa de assalto na madrugada deste domingo (11), no bairro do Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro.

De acordo com as informações apuradas, o agente e a esposa retornavam de um bar na região quando foram surpreendidos por dois criminosos em uma motocicleta, na Rua Visconde de Itamarati. Durante a abordagem, o homem que estava na garupa desceu do veículo e, em poucos segundos, passou a efetuar disparos contra o casal.

O policial foi atingido por dois tiros, um no tórax e outro no joelho, e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local. A esposa do agente também foi baleada, sendo atingida no dedo. Ela recebeu atendimento médico e não corre risco de morte. Após os disparos, os suspeitos fugiram.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento da ação criminosa e já estão sendo analisadas pelas autoridades. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas apenas pôde constatar o óbito do policial.

Nas redes sociais, o secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, lamentou profundamente a morte do comissário, destacando sua dedicação, profissionalismo e o respeito conquistado ao longo da carreira. Ele afirmou ainda que as forças de segurança não medirão esforços para localizar e prender os responsáveis pelo crime.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu a investigação. Testemunhas estão sendo ouvidas, diligências estão em andamento e equipes seguem em busca de novas imagens e informações que levem à identificação e captura dos criminosos.

A Polícia Civil informou, por meio de nota, que se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho do policial, reforçando o compromisso com a elucidação do caso.

Mais uma vida perdida para a violência que atinge o Rio de Janeiro.

Fonte: Centro Sul na Mira