Domingo, 26 de Janeiro de 2020
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China planeja usina solar no espaço

China

Publicada em 20/08/19 às 10:49h - 52 visualizações

por Fonte: G1


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Concepção da Nasa para uma estação captadora de energia solar no espaço: a China pode chegar primeiro (Foto: Nasa)  (Foto: )

A China dá os primeiros passos para ser o país pioneiro na instalação de uma estação capaz de captar a luz do Sol na órbita terrestre e transmiti-la para o solo

 

Depois de se tornar uma potência planetária em energia solar, a China quer estender seu domínio nessa tecnologia também para o espaço. Xie Gengxin, vice-diretor do Instituto Chongqing de Pesquisa e Inovação Colaborativa para Integração Civil-Militar no sudoeste da China, declarou em fevereiro ao jornal “China Daily” que pesquisadores da Universidade de Chongqing, da Academia de Tecnologia Espacial de Xi’an, na província de Shaanxi, e da Universidade de Xidian, também em Xi’an, iniciaram os projetos para uma instalação de testes no distrito de Bishan, em Chongqing, destinada a verificar a viabilidade teórica de uma estação de energia solar na órbita terrestre.

A ideia é pôr a estação em atividade até 2050, o que tornaria a China o primeiro país a captar a energia do Sol no espaço e transmiti-la à Terra.

A instalação, de 133 mil metros quadrados, testará tecnologias de transmissão espacial enquanto estuda o efeito de micro-ondas transmitidas de volta à Terra em organismos vivos. O investimento inicial, de US$ 15 milhões, será feito pelo governo do distrito de Bishan. Se bem-sucedido, o projeto ajudará a reduzir a poluição terrestre e a amenizar problemas de distribuição de energia.

Já se cogitava usar a energia solar disponível no espaço como fonte renovável de confiança nos anos 1970, mas as dificuldades tecnológicas da época para um projeto desse porte inibiram as pesquisas. O custo de uma usina solar espacial também é um obstáculo considerável. Uma unidade dessas instalações pesa milhares de toneladas, e lançá-la de terra ou construí-la no espaço não sai nada barato.

Progressos tecnológicos

A situação é bem diferente hoje: houve progressos consideráveis na transmissão sem fio e no design e na eficiência das células fotovoltaicas, por exemplo. E empresas como a SpaceX estão rapidamente reduzindo os custos de lançamento.

Segundo John Mankins, físico que liderou os esforços da Nasa nesse campo nos anos 1990, antes de a agência espacial americana abandonar a pesquisa, uma forma de aproveitar a energia solar no espaço seria lançar dezenas de milhares de “satélites solares”. Uma vez unidos, eles formariam uma enorme estrutura cônica orbitando a 35 mil quilômetros da Terra.

Esses satélites seriam cobertos com os painéis fotovoltaicos necessários para converter a luz solar em eletricidade. Esta seria transformada depois em micro-ondas e irradiada sem fio para receptores baseados em terra – gigantescas redes de arame medindo até 4 km de diâmetro, instaladas em lagos, desertos ou terras cultiváveis.




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